Diretrizes: Os não-objetos do meu grupo deveriam apresentar formas distintas, roláveis e de escalas diferentes, texturas variadas e possuir algum material que fizesse som. À partir dessas características, eu resolvi juntar cilindros revestidos por materiais distintos (colar de havaí, tecido e miçangas), sendo um deles com sons (o cilindro com miçangas tinha "sininhos" dentro dele). Para tornar essa experiência mais sensorial, os cilindros foram perfurados por eixos que permitiam que as formas girassem, estimulando a experiência tátil da pessoa que interage com a obra.
A composição explora formas geométricas e a tridimensionalidade que pode ser obtida por meio do papel. Achei interessante como ela brinca com o alto contraste e com a iluminação, mesmo que através de formas simples, o que me fez lembrar de obras minimalistas do modernismo. Porém, um detalhe que me incomodou foi o tamanho da terceira foto (da esquerda pra direita) estar maior que as outras e o fundo não ser completamente preto, fazendo com que a composição não esteja harmônica. Nessa composição, o vidro foi utilizado como objeto de exploração de diferentes luzes que incidem nele, trabalhando então com reflexos e distorções. Eu gostei muito do fato de que o vidro escolhido possui um relevo diferente, trazendo sensações táteis às imagens. Além disso, as fotos, apesar de brincarem com a luz, os tons das fotos são escuros e até "misteriosos", o que eu achei interessante também. Apesar disso, acredito que se a terceira foto (da direita para a esquerda) ...
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